segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Cibercultura e conceitos

  • A exemplo do que ocorrera na aula anterior, nesta (23/10) foram também apresentados pelos alunos, com a assistência da professora Bonilla, alguns conceitos ligados a cibercultura. Podemos dizer que apesar de já termos ouvidos tais conceitos "por aí", as idéias eram vagas. A apresentação dos conceitos e a discursão(interação?) (interatividade?) no grupo ajudou a clarear a compreensão. Foi tranquila a apresentação e mesmo aqueles que não sabia que teria que socializar seu conceito (opa!) foi surpreendido com a postura da professora que facilitou e suscitou a lembrança do que havia sido lido e desta maneira todos foram envolvidos e participaram. Polêmico mesmo foi o conceito de Interatividade. Concluímos sabendo que não sabemos ao certo a diferença entre interatividade e interação. Os conceitos estudados e seus significados foram: Cibercultura-A cibercultura é um termo utilizado na definição dos agenciamentos sociais das comunidades no espaço eletrônico virtual. Este termo se relaciona diretamente com à dinâmica Política, Antropo-social, Econômica e Filosófica dos indivíduos conectados em rede, bem como a tentativa de englobar os desdobramentos que este comportamento requisita. Ciberespaço - é o espaço das comunicações por rede de computador. Sua comunicação acontece de forma virtual. Faz uso dos meios de comunicação modernos, destacando-se entre eles a Internet.Também conhecido como Cyberespaço, termo muito comum na ficção científica, possui variações para vários outras denominações referente à Internet, Cyberpoeta, Cyberpunk e outros mais. Comunidade virtual - Uma comunidade virtual é uma comunidade que estabelece relações num espaço virtual através de meios de comunicação a distância. Se caracteriza pela aglutinação de um grupo de indivíduos com interesses comuns que trocam experiências e informações no ambiente virtual. Rede - Uma rede é uma quantidade de pontos (os nodos) interligados por relações que podem ser de vários tipos.O conceito de rede foi entretanto para um vasto leque de disciplinas, que vão da sociologia (redes sociais) à informática (redes de computadores). Inteligência coletiva - é um conceito surgido a partir dos debates promovidos por Pierre Lévy sobre as tecnologias da inteligência, caracterizado por um novo tipo pensamento sustentado por conexões sociais que são viáveis através da utilização das redes abertas de computação da Internet. Geração net - é um conceito surgido a partir dos debates promovidos por Pierre Lévy sobre as tecnologias da inteligência, caracterizado por um novo tipo pensamento sustentado por conexões sociais que são viáveis através da utilização das redes abertas de computação da Internet. Virtualidade - Com o desenvolvimento das comunicações computadorizadas em rede, se popularizaram os termos "virtual" e "virtualidade". Popularmente, chama-se "virtual" tudo aquilo que diz respeito às comunicações via Internet. Inteligência articial - (IA) é uma área de pesquisa da ciência da computação dedicada a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou simulem a capacidade humana de resolver problemas, pensar ou, de forma ampla, ser inteligente. Portal - um portal é uma página geral sobre um determinado tema ou área do conhecimento que tem por objectivo ajudar o leitor/contribuidor a encontrar informação específica sobre categorias, artigos, tarefas a desenvolver etc. Simulação - Em computação, simulação consiste em empregar técnicas matemáticas em computadores com o propósito de imitar um processo ou operação do mundo real. Desta forma, para ser realizada uma simulação, é necessário construir um modelo computacional que corresponda à situação real que se deseja simular. obs: há uma falha nesta definição, detectado durante a discursão do grupo, a situação não precisa ser necessáriamente real. Hipertexto - é um texto suporte que acopla outros textos em sua superfície cujo acesso se dá através dos links que têm a função de conectar a construção de sentido, estendendo ou complementando o texto principal. Interatividade - é o que possibilita ao indivíduo afetar e ser afetado por outro numa comunicação que se desenvolve num sistema de mão dupla que vamos analisar dentro da grande rede mundial de computadores, a internet.
  • Estes conceitos foram tirados da Wikipédia - A enciclopédia livre.

Hipertexto

Ao ouvirmos a palavra hipertexto logo associamos a um texto grande; bem grande. Mas, sabendo que teríamos que pesquisa-la, entendemos que haveria informações mais relevantes sobre ela. Eis o que encontramos: O Hipertexto é um texto suporte que acopla outros textos em sua superfície cujo acesso se dá através dos links que têm a função de conectar a construção de sentido, estendendo ou complementando o texto principal. Um conceito de Hipertexto precisa abranger o campo lingüístico, já que se trata de textos.
Em computação, hipertexto é um sistema para a visualização de informação cujos documentos contêm referências internas para outros documentos (chamadas de hiperlinks ou, simplesmente, links), e para a fácil publicação, atualização e pesquisa de informação. O sistema de hipertexto mais conhecido atualmente é a World Wide Web, no entanto a internet não é o único suporte onde este modelo de organização da informação e produção textual se manifesta. A idéia de hipertexto não nasce com a Internet, nem com a web. De acordo com Burke (2004) e Chartier (2002) as primeiras manifestações hipertextuais ocorrem nos séculos XVI e XVII através de manuscritos e marginalia. Os primeiros sofriam alterações quando eram transcritos pelos copistas e assim caracterizavam uma espécie de escrita coletiva. Os segundos eram anotações realizadas pelos leitores nas margens das páginas dos livros antigos, permitindo assim uma leitura não-linear do texto. Essas marginalia eram posteriormente transferidas para cadernos de lugares-comuns para que pudessem ser consultadas por outros leitores. Provavelmente, a primeira descrição formal da idéia apareceu em 1945, quando Vannevar Bush publicou na The Atlantic Monthly, "As We May Think", um ensaio no qual descrevia o dispositivo "Memex". De acordo com Bush, o pensamento humano não funciona de maneira linear, mas sim através de associações e era assim que ele propunha o funcionamento do Memex. O dispositivo nunca chegou a ser construído, mas hoje é tido como um dos precursores da atual web. Outro personagem de grande importância histórica que é Douglas Engelbart diretor do Augmentation Research Center (ARC) do Stanford Research Institute, centro de pesquisa onde foram testados pela primeira vez a tela com múltiplas janelas de trabalho. O cientista de computação Theodore Nelson criou o termo "hipertexto" em 1965. O trabalho de Ted Nelson e muitos outros sistemas pioneiros de hipetexto com o "NLS" de Douglas Engelbart e o HyperCard, incluído no Apple Macintosh, foram rapidamente suplantados em popularidade pela World Wide Web de Tim Berners-Lee, embora faltasse à mesma muitas das características desses sistemas mais antigos como links tipados, transclusão e controle de versão. Concluímos que realmente o hipertexto é um texto imenso; mais a sua grandeza se processa na medida que dá acesso a outros, vários textos acoplados a ele através dos links, tornando o seu tamanho imensurável.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

O Dia das Apresentações

Foi mais ou menos 30 dias que tivemos para apresentarmos o resultado do nosso trabalho. Nonosso caso, era um vídeo sobre arte metareciclagem. Pânico, irritação, incredulidade, tudo isso esteve presente desde o anúncio deste trabalho até o final do prazo dado. confessamos que não gostamos da pressão a que fomos submetidos;(talvez alguém goste) tivemos problemas em casa( casada c/ três filhos) devido o tempo extra na faculdade em prol do aprendizado necessário para conhecer e poder utilizar o Softwer Livre e seus programas, até então totalmente desconhecidos , e por monopolizar o computador em busca de informações sobre arte metareciclagem, assunto este, também ignorado. Tivemos as oficinas; a professora Bonilla convidou pessoas habilitadas que falaram, inclusive com demonstrações sobre os programas que cada equipe precisaria utilizar para atingir seu objetivo. Um dos grandes obstáculos que tivemos foram as máquinas. Os computadores não ajudavam.Entendemos, pelo que a professora falou, que isso se deu devido a obsolescência dos aparelhos. No dia da apresentação, o nosso vídeo não estava pronto. Mas, ao contrário do que ocorrera durante todo o mês de setembro, não estavamos apavoradas; tinhamos dado tudo o que podíamos e não nos sentimos derrotadas. Cansadas sim; e muito. Percebemos durante a apresentação das equipes, que praticamente, todas estavam na mesma posição. Nosso vídeo, mesmo incompleto, foi assistido pela professora, pelos colegas e outras pessoas que e encontravam no local. Foi bem aceito e tivemos algumas sugestões para aprimorá-lo. Bem, uma grande aquisição com esse trabalho, foi a amizade com os bolsistas e voluntários da Rádio Faced e do GEC. Vimos de modo concreto o tão falado aprendizado com o outro. Também,( não poderia deixar de ser) é certo que não nos tornamos "expert" no assunto S.L., mas já demos um grande passo.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Inclusão Digital

Durante a aula de hoje discutimos sobre o tema acima descrito com base em alguns textos do módulo II do moodle e os slides comentados pela professora. Tive mais clareza acerca deste assunto, uma vez que entendia que basta saber acessar um telefone celular para estar incluido digitalmente. É evidente, segundo o texto O Brasil e a alfabetização digital da professora Maria helena Bonilla, que na perspectiva economicista, estar "incluido" significa ser consumidor. Todavia, continua a professora, inclusão é um conceito mais abrangente e significa que aquele que está incluido é capaz de participar, questionar, produzir, decidir, transformar, é parte integrante da dinâmica social, em todas as suas instâncias. Com as leituras ficamos sabendo que em 2003 apenas 5% da população tinha computadores em casa; e essa situação não mudou muito. Os estados do norte nordeste (novidade) tem os índices mais inferiores. Essa situação nos lembra que também está aqui em nossa região os piores índices de analfabetismo. O fato de ter acesso a um aparelho eletrônico não significa estar incluído, pois, a pessoa pode estar fazendo uso mecanicamente sem a compreensão do que estar fazendo. Foi apenas treinado para fazer aquela função. A inclusão requer a aprendizagem, a informação e o conhecimento.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

software livre

Na aula do dia 18 de setembro a professora debateu junto com a turma o conteúdo da cartilha sobre software livre mostrando as vantagens de ter um programa livre no computador. Dentre outras coisas significa não ter que pagar pelo uso e não precisar usar programas piratas. O acesso ao código fonte é possivel, uma vez que o programa é livre e isso não significa facilidade pra sabotagem, uma vez que existe centenas de monitores acompanhando seu uso e tratando de corrigir quaisquer possivéis vulnerabilidades. Foi discutido os quatro tipos de liberdade que sustenta o software livre: a liberdade para executar o programa, para qualquer propósito; a liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades; a liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo; a liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. Para que sejam reais, essas liberdades, devem ser irrevogáveis. Se desenvolvedor do software tiver o poder de revogar a licença, o software não é livre. Software Livre é conhecimento livre, e não somente pelo custo, mas pelo entendimento do
conhecimento como bem comum e livremente apropriável.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Na aula do dia 04/09 tivemos a apresentação de duas oficinas introdutórias para a produção multimídia: a primeira, Audacity, nos trouxe informações sobre um programa de rádio; o apresentador Moisés Gwannael, nos falou e mostrou como se dá a gravação, os recursos disponíveis para alterar e melhorar uma fala, como colocar música de fundo e o fato de ser mais "fácil" o programa de rádio em relação a gravação de um vídeo. Esta fala não nos animou muito. Como foi o primeiro contato com essa técnica a apreensão do conteúdo foi vaga; mas, valeu! Foi interessante observá-lo durante a exposição; calmo, e seguro do que estava fazendo e dizendo prendeu a atenção da turma. Na oficina seguinte, Kino, apresentado por Tiago Figueiredo, trouxe informações sobre a gravação de um vídeo; procuramos estar atentos a todas as informações, na esperança de ao término da aula, saber por onde começar. Aprendemos que o vídeo é formado por várias imagens e que a animação se dá quando são passadas. Ele nos apresentou cerca de 300 imagens congeladas do vídeo que passou durante a exposição da aula. Ao final desta apresentação, mesmo com todo empenho do colega em se fazer copreendido, estávamos em pânico; mas a disposição de dois colegas, que já trabalham com a professora, Luciana e Bruno e o próprio Tiago, nos confortou. É um desafio que assumimos e vamos conseguir. Deus é Grande!

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Inclusão ou exclusão?

Na aula do dia 28 , acompahamos a entrevista de um professor espanhol no Roda Viva onde ele defendia que a globalização só traria benefícios para as nações, inclusive o Brasil que ele acredita ter todas as possibilidades de vencer as dificuldades e competir com as grandes potências. Entendemos que o professor foi muito otimista (utópico?). Pois sem desconsiderar os grandes avanços em tecnologia, saúde, produtos para exportação, a parcela beneficiada com o desenvolvimento é ainda muito pequena. E mais, a força da propaganda dos produtos dos países centrais, destacando-se os E.U.A., é esmagadora em relação a produtos nacionais semelhantes. Com isto, a globalização, nos países periféricos, sem a atenção devida a esta realidade, pode contribuir para o aumento do desemprego e causar maior exclusão social. Passando ao texto básico 2, de LÉVI, Pierre, Cibercultura, que trata da nova relação com o saber, inferimos que apesar de ser incontestáveis e necessárias as mudanças na forma de ensino, acompanhando as mudança na sociedade, é preocupante; se no ainda atual modelo de ensino, em que, com pouco recurso "cuspe e giz" uma grande parcela da nossa população continua analfabeta (na Bahia dois milhões e quatrocentos mil), como incluir no mundo digital esse grande contigente, quando a demanda de recursos é bem maior?